Para Pacientes
DTM: por que mulheres?

O gênero feminino acaba sendo também um fator predisponente devido a maior porcentagem de mulheres com DTM, em torno de 2 a 5x mais frequente.
Existe uma diferença relacionada às alterações emocionais entre os gêneros, ao enfrentamento de fatores estressantes e a dor.
A resposta autonômica dos homens (pressão arterial, batimentos cardíacos) também é diferente, ou seja, eles se recuperam mais rapidamente frente ao estresse experimental,
Em relação à questão estrutural, a ATM tem uma grande quantidade de receptores de estrogênio que atuam modulando o processo inflamatório nas articulações.
Outro hormônio importante é a relaxina produzida na gestação, quando associada ao estrogênio diminui a concentração de colágeno na ATM, gerando flacidez ligamentar e predisposição a doenças articulares.
Autoria: Dra. Alessandra Cavaler
Referência: texto baseado no trabalho de conclusão de curso da Profa. Dra. Karina Helga Turcio (UNESP).